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17% dos brasileiros já tiveram dados usados em fraudes! Saiba como evitar!

Felipe Oliveira
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O ano de 2021 foi marcado por inúmeros vazamentos de dados, com um deles expondo as informações de mais de 220 milhões de brasileiros. Ou seja, como o Brasil possui cerca de 212 milhões de habitantes, isso significa que até mesmo dados de pessoas mortas foram expostos nas redes.

Na lista de informações vazadas estão CPF, nome completo, data de nascimento, score de crédito, número de telefones, fotos e até mesmo placas de veículos. Os riscos de tudo isso? Bom, apenas com os três primeiros itens (e um telefone) um golpista pode se passar por uma pessoa e criar uma série de contas e cadastros e até mesmo obter um cartão de crédito, por exemplo.

O resultado desses vazamentos pode ser observado em uma pesquisa divulgada recentemente, que mostra que nos últimos 12 meses, 17% dos brasileiros que possuem um smartphone afirmam já ter tido dados como nome, CPF ou e-mail usados por terceiros em alguma fraude.

Ou seja, em um cenário como o vivido atualmente, já é sabido que a mera checagem de dados cadastrais tem se mostrado insuficiente para evitar fraudes. Além disso, os golpes não atingem apenas o consumidor, já que as empresas afetadas acabam tendo prejuízos financeiros e ficam com a reputação manchada.

Mas então, qual seria a melhor maneira de evitar sofrer com os vazamentos?

Nossa recomendação é confiar na análise do dispositivo (sejam eles computadores, notebooks, smartphones, etc), que atualmente é fundamental na prevenção à fraude.  Isso porque os devices dizem muito sobre nós mesmos, já que estão conosco praticamente 24 horas por dia.

Por isso, os dispositivos podem ser utilizados para uma análise do comportamento e identificar que aquela transação que está sendo realizada está partindo do device de um golpista. Quer um exemplo? Vamos lá!

Pense em uma situação hipotética na qual um suposto cliente está tentando realizar alguma atividade online, como uma compra ou abertura de uma conta digital, e precisa preencher somente informações “estáticas”, como nome completo, endereço, e-mail e telefone. Com vazamentos de dados como o mencionado acima, é possível que o golpista vença essa etapa sem muito esforço.

Já uma validação contextual por meio do device permite identificar o comportamento deste usuário que realizou a compra online ou abriu uma conta, o que praticamente anula as chances de os cibercriminosos conseguirem aplicar seus golpes. Afinal, o dispositivo contém informações preciosas, sejam elas relacionadas a configurações do aparelho (inclusive se está comprometido), geolocalização, histórico de uso…

Ou seja, mesmo que o golpista possua seus dados, ele não consegue imitar seu comportamento na internet. A análise de dispositivos viabiliza uma análise precisa do comportamento de uma pessoa em um site ou app. E, com esta variável, torna-se possível detectar bons clientes e fraudadores.

Não tem como vazar o comportamento da pessoa, e mesmo se ele fosse vazado, seria muito difícil reproduzi-lo. O fraudador pode ter milhões de CPFs, mas não tem como ter todos os devices. Além disso, ele também tem seu próprio padrão de uso, que seria facilmente detectado durante uma análise do dispositivo.

“Certo, você me convenceu que a análise do dispositivo é a melhor solução. Mas como fazer isso?”

O AllowMe é uma ferramenta de prevenção a fraudes e proteção de identidade digitais. Conseguimos analisar todo o padrão de comportamento dos usuários e assim impedir que fraudes ocorram antes mesmo de o golpista conseguir acessar a conta da vítima.

Além disso, também podemos implementar o Múltiplo Fator de Autenticação (MFA), capaz de trazer mais segurança durante cadastros, acessos e transações. O AllowMe também possui uma funcionalidade que consegue identificar se um único device está utilizando mais de um e-mail para criar contas falsas. Esses, e outros recursos, fazem do AllowMe uma excelente solução!

Se você ainda não é cliente AllowMe, nosso time comercial está pronto para te atender. Entre em contato conosco agora mesmo, é só preencher este formulário!

Artigo escrito por Felipe Oliveira

Felipe Oliveira é jornalista apaixonado por futebol, mas decidiu levar os esportes apenas como lazer depois trabalhar direto da redação em uma edição de Jogos Olímpicos e uma Copa do Mundo. Formado também em Direito, desde 2019 aceitou o desafio de escrever sobre tecnologia e, em 2021, atuar com marketing no mercado de prevenção à fraude e pagamentos digitais. No tempo livre gosta de assistir a jogos de futebol e matar a saudade da infância com canais de YouTube sobre games antigos.

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