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Como a análise do dispositivo atua contra a fraude de identidade sintética

Felipe Oliveira
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Com os dados pessoais sendo cada vez mais considerados commodities, além de os vazamentos constantes, as fraudes com identidades sintéticas seguem crescendo em ritmo acelerado.

Para se ter uma ideia do quanto esse golpe pode ser prejudicial, o Federal Reserve (o banco central americano) chegou a informar que ele levar a perdas de US$ 6 bilhões por ano nos Estados Unidos. Outro estudo mostrou que a fraude de identidade sintética pode ter gerado até US$ 20 bilhões em perdas financeiras em 2020 no mundo todo.

Durante a criação de um cadastro sintético, o golpista combina informações verdadeiras e falsas para gerar uma nova identidade e, assim, utilizar essa conta para aplicar golpes financeiros, abrir contas em bancos digitais, praticar abuso de promoção, receber cashbacks, promover anúncios falsos, enfim, uma série de golpes.

E, na maioria dos casos, essa fraude ainda tem um agravante: a vítima dificilmente percebe que ela ocorreu antes de começar a ser cobrada por dívidas ou seu score de crédito ser afetado. Colocando-se no lugar do consumidor, você voltaria a comprar em um marketplace, por exemplo, que está cobrando uma dívida de produtos que você não adquiriu?

Ou seja, esse tipo de fraude prejudica demais a reputação das marcas e pode fazer com que um cliente nunca mais volte a comprar naquela plataforma.

Mas aí você pode se perguntar: “como proteger minha empresa?”

A resposta é algo que falamos com bastante frequência no blog: com a análise do dispositivo! Isso porque, mesmo que um fraudador tenha informações suficientes em mãos para criar uma identidade sintética, uma análise do device robusta consegue identificar comportamentos suspeitos naquela interação com a plataforma.

Esse tipo de análise é tão importante que um estudo recente do AllowMe mostrou que mais de 70% das fraudes possuem 2 ou 3 comportamentos suspeitos. Dentre eles os que mais se repetem são: número incomum de transações; uso de dispositivos já associados a fraudes previamente e uso de máquinas virtuais.

Portanto, ter uma plataforma de prevenção à fraude capaz de fazer uma análise robusta e transparente é fundamental contra a fraude de identidade sintética. Até por que, um dos principais motivos que faz os fraudadores escalarem cada vez mais esse tipo de fraude é justamente o fato de ela ser bastante difícil de ser identificada.

Uma plataforma como o AllowMe é essencial para mitigar esse tipo de fraude, pois permite aos nossos clientes criarem regras customizadas de acordo com o seu negócio, já que esse é o controle mais eficaz na identificação de fraudes durante o cadastro de um cliente.

Além disso, é importante ativar regras relacionadas ao efeito rede, que permite identificar dispositivos com má reputação, auxiliando a antecipar problemas. O AllowMe possui:

Regras mais efetivas

O AllowMe utiliza as melhores tecnologias do mercado para realizar uma análise do dispositivo robusta e transparente, que é capaz de auxiliar as empresas a mitigar essa fraude. Possuímos regras customizáveis que possibilitam os melhores negócios a se protegerem do golpe de identidade sintética.

Algumas de nossas regras possuem grande efetividade quando o assunto é identidade sintética. Uma delas é a regra que limita a quantidade de usuários por dispositivo, que permite identificar se um fraudador está tentando acessar diversas contas a partir de um único celular – algo bastante recorrente.

Além disso, é possível identificar o uso de máquinas virtuais – ou seja, se fraudadores estão utilizando um programa para emular um sistema operacional, simulando um dispositivo web -, o grau de comprometimento do dispositivo, se o device utilizado faz parte de uma blocklist, entre outras.

Quer saber como podemos ajudar? Entre em contato com nosso time preenchendo este formulário!

Artigo escrito por Felipe Oliveira

Felipe Oliveira é jornalista apaixonado por futebol, mas decidiu levar os esportes apenas como lazer depois trabalhar direto da redação em uma edição de Jogos Olímpicos e uma Copa do Mundo. Formado também em Direito, desde 2019 aceitou o desafio de escrever sobre tecnologia e, em 2021, atuar com marketing no mercado de prevenção à fraude e pagamentos digitais. No tempo livre gosta de assistir a jogos de futebol e matar a saudade da infância com canais de YouTube sobre games antigos.

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