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AllowMe se junta aos esforços do Google com o Privacy Sandbox

Redação AllowMe
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O AllowMe se junta aos esforços do Google com o Privacy Sandbox para a discussão de APIs que podem revolucionar o mercado de prevenção à fraude.

O AllowMe tem colaborado ativamente junto ao Privacy Sandbox, iniciativa  de abrangência global do Google, que visa não apenas proteger a privacidade dos usuários, mas também mitigar fraudes e spams na web. Atualmente em desenvolvimento, a iniciativa tem como principais objetivos:

  • Criar novas tecnologias para manter as informações dos usuários protegidas;
  • Permitir que editores e desenvolvedores mantenham o conteúdo online gratuito;
  • Colaborar com a indústria para criar novos padrões de privacidade na Internet;
  • Reduzir rastreamento cross-site e cross-app.

A pauta ganhou força depois do Google ter anunciado seus planos de encerrar o suporte aos cookies de terceiros no Chrome. Com a transformação da infraestrutura digital e programática no horizonte, indústrias que hoje fazem uso dessas informações têm sido convocadas a colaborar com propostas, justamente para que os impactos sejam os menores possíveis em seus negócios. 

Para além das plataformas de prevenção à fraude e de proteção de identidades digitais, aquelas ligadas à publicidade e à customização de conteúdo também deverão se adaptar às mudanças. 

Ao propor o desenvolvimento de soluções voltadas à proteção de identidades digitais e prevenção a fraudes, o AllowMe ganha protagonismo na América Latina, acrescentando à discussão global antifraude particularidades da região. 

“Estamos bastante engajados em construir soluções que facilitem a experiência de nossos clientes, sem impactos à privacidade dos usuários finais. O projeto Privacy Sandbox deve trazer mudanças significativas para todo o universo online e, ao nos envolvermos ativamente nessa construção, saímos na frente, garantindo que nossas ferramentas seguirão alinhadas aos novos padrões. Parte do nosso time está justamente dedicada a refletir sobre os principais pontos de contato entre o Chrome ou Android e plataformas como a nossa, a fim de garantir a melhor usabilidade”, afirma Gustavo Monteiro, diretor geral do AllowMe. 

O AllowMe vem propondo ideias que visam seguir protegendo empresas e seus respectivos clientes, sem perder de vista a garantia de privacidade dos usuários. A identificação e marcação de dispositivos, sejam estes computadores ou smartphones, como potencialmente fraudulentos pelo próprio Google, caso já tenham sido vinculados a golpes anteriores, e a criação de uma ferramenta capaz de certificar as câmeras de celulares como a origem das fotos tiradas via ferramentas de biometria facial são duas das propostas sugeridas pelo AllowMe.

Esta última, por exemplo, visa atacar o chamado spoofing, método que vem sendo bastante usado por fraudadores. No contexto da internet, essa prática consiste na utilização de recursos para enganar sistemas, disfarçando IPs, geolocalização, e-mails, entre outras informações. Quando relacionado à biometria em específico, a fraude se dá com a substituição de imagens capturadas de forma legítima pelo sistema por versões manipuladas – tudo digitalmente. 

Saiba mais:

Spoofing pode levar a fraudes financeiras e roubo de identidade; como se proteger?

A  discussão ocorre ainda junto ao Anti-Fraud Community Group do W3C (Consórcio World Wide Web), fórum internacional no qual são desenvolvidos padrões para a Web. “Entender quais são os dados essencialmente necessários para salvaguardar informações pessoais e de navegação dos usuários e, ao mesmo tempo, garantir a eles uma experiência simples e segura é o que tem marcado as discussões dentro da comunidade antifraude do W3C”, explica Fernando Guariento, Head of Professional Services do AllowMe e membro da comunidade.

Para além de um fórum propriamente dito, o W3C funciona como um ambiente de desenvolvimento isolado para a implementação de APIs, como são chamados os conjuntos de padrões de programação para acesso a um software ou a uma plataforma. “Queremos somar esforços ao Privacy Sandbox, não apenas contribuindo com propostas e feedbacks às discussões ali colocadas, mas também testando as APIs de combate ao spam e à prevenção de fraude na web de forma ativa”, conclui Monteiro. 

AllowMe joins Google’s Privacy Sandbox efforts to discuss APIs that could revolutionize the fraud prevention market

Allow has actively collaborated with the Privacy Sandbox, Google’s global initiative, which aims not only to protect users’ privacy, but also to mitigate fraud and spam on the web. Currently under development, the initiative has the following main objectives:

  • Create new technologies to keep users’ information safe;
  • Reducing cross-site and cross-app tracking
  • Allow publishers and developers to keep online content free;
  • Collaborate with industry to create new Internet privacy standards.

The agenda gained momentum after Google announced its plans to end support for third-party cookies in Chrome. With the transformation of digital and programmatic infrastructure on the horizon, industries that today make use of this information have been invited to collaborate on proposals, precisely so that the impacts are as small as possible on their businesses.

In addition to fraud prevention and digital identity protection platforms, those linked to advertising and content customization will also have to adapt to changes.

By proposing the development of solutions aimed at protecting digital identities and preventing fraud, AllowMe gains prominence in Latin America, adding particularities of the region to the global anti-fraud discussion.

“We are very committed to building solutions that facilitate the experience of our customers, without impacting the privacy of end users. The Privacy Sandbox project should bring significant changes to the entire online universe and, by being actively involved in this construction, we are getting ahead of the curve, ensuring that our tools will remain aligned with the new standards. Part of our team is dedicated to reflecting on the main points of contact between Chrome or Android and platforms like ours, in order to guarantee the best usability”, says Gustavo Monteiro, general director from AllowMe.

AllowMe has been proposing ideas that aim to continue protecting companies and their respective customers, without losing sight of the guarantee of users’ privacy. The identification and marking of devices, whether these computers or smartphones, as potentially fraudulent by Google itself, if they have already been linked to previous scams, and the creation of a tool capable of certifying cell phone cameras as the origin of photos taken via tools of facial biometrics are two of the proposals suggested by AllowMe

The latter, for example, aims to attack the so-called spoofing, a method that has been widely used by fraudsters. In the context of the internet, this practice consists of using resources to deceive systems, disguising IPs, geolocation, e-mails, among other information. When specifically related to biometrics, fraud occurs with the replacement of images captured legitimately by the system with manipulated versions – all digitally.

The discussion also takes place with the Anti-Fraud Community Group of the W3C (World Wide Web Consortium), an international forum in which standards for the Web are developed. “Understanding what data is necessary to safeguard users’ personal and browsing information and, at the same time, guarantee them a simple and safe experience is what has marked the discussions within the W3C’s anti-fraud community”, says Fernando Guariento, AllowMe’s Head of Professional Services and community member.

In addition to being a forum itself, the W3C works as an isolated development environment for the implementation of APIs, as the sets of programming standards for accessing a software or a platform are called. “We want to add efforts to the Privacy Sandbox, not only contributing with proposals and feedback to the discussions there, but also actively testing the APIs for fighting spam and preventing fraud on the web”, concludes Monteiro.

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