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BC: abertura de conta falsa e segurança com cartão de crédito estão entre principais reclamações

Felipe Oliveira
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O Banco Central (BC) divulgou o ranking de reclamações registradas em seu canal de atendimento no 4º trimestre de 2021. O levantamento mostra quais as principais queixas ligadas a bancos comerciais, cooperativos, de investimentos, filiais de bancos comerciais estrangeiros e sociedades de crédito estão relacionadas ao quesito segurança.

E o ranking não surpreende, já que as operações on-line não param de crescer, e os smartphones são cada vez mais utilizados pelas pessoas para transações. Segundo o BC, queixas sobre a segurança com cartões de crédito e internet banking ocupam 3 das 5 primeiras posições do ranking.

A liderança ficou com o quesito “irregularidades relativas a integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços relacionados a cartões de crédito”, registrando 2.185 reclamações no período. Entre as situações relatadas por clientes para este quesito estão compras não reconhecidas feitas com cartão de crédito clonado.

Em segundo lugar aparece reclamações referentes a segurança em operações de crédito, com 2.065 relatos. Completam o pódio as queixas sobre irregularidades em operações que não envolvem cartão de crédito ou internet banking.

Outra reclamação em destaque que chama atenção está relacionada aos inúmeros vazamentos recentes. Segundo o Banco Central, uma das operações que mais geraram queixas de clientes no último semestre de 2021 foi a “abertura de conta de depósito com documentação ausente, insuficiente ou falsa”.

Além disso, também aparece entre as dez primeiras colocadas as reclamações sobre “transações não reconhecidas pelo titular da conta, realizadas por terceiros (invasão de contas) em instituições financeiras.

A importância de um ambiente seguro

Como dissemos, as reclamações são muito ruins para a imagem das instituições e podem afetar clientes e bloquear conversões. Além disso, operações não reconhecidas (e fraudulentas) realizadas com o cartão de crédito geram chargeback, o que é ruim para todas as empresas.

Por isso, oferecer um ambiente seguro e simples para os clientes, que não gere fricção para o bom usuário, mas também não deixe pontas soltas, é fundamental.  Como dissemos acima, os smartphones são muito utilizados pelos consumidores para realizar transação e, por isso, são peça-chave nesse sentido.

Assim, ter um antifraude que faz uma análise do dispositivo robusta é indispensável. Estas tecnologias analisam diversos fatores (desde informações cadastrais básicas até métricas de comportamento de navegação) para classificar o risco daquela transação.

Uma plataforma como o AllowMe é capaz de observar diversos fatores ao longo da jornada digital do cliente, desde a criação da conta até a alteração de dados cadastrais, tudo isso com uma análise do contexto robusta, bloqueando fraudadores.

A partir da análise do dispositivo é possível verificar informações como modelo, fabricante, geolocalização, redes de wi-fi acessadas, entre outras inúmeras variáveis. E é essa análise de comportamento que vai impedir que um golpista se aproveite de um vazamento, por exemplo, e realize uma transação com um cartão clonado.

Além disso, o AllowMe possui o recurso de lançar um desafio de MFA (Múltiplo Fator de Autenticação). Nossa plataforma deixa o ambiente digital de nossos clientes seguro e, ao mesmo tempo, traz comodidade ao usuário, já que ele não precisa ficar fazendo diversos passos para conseguir a autenticação. O MFA é lançado apenas após a análise do contexto do dispositivo, que irá liberar (ou não) o acesso. A ideia é manter o ambiente o mais seguro possível e, de quebra, melhorar a experiência do usuário.

Ainda não é cliente AllowMe e quer saber como podemos te ajudar? Preencha este formulário!

Artigo escrito por Felipe Oliveira

Felipe Oliveira é jornalista apaixonado por futebol, mas decidiu levar os esportes apenas como lazer depois trabalhar direto da redação em uma edição de Jogos Olímpicos e uma Copa do Mundo. Formado também em Direito, desde 2019 aceitou o desafio de escrever sobre tecnologia e, em 2021, atuar com marketing no mercado de prevenção à fraude e pagamentos digitais. No tempo livre gosta de assistir a jogos de futebol e matar a saudade da infância com canais de YouTube sobre games antigos.

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