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Conselhos da mãe: como se comportar para ter uma jornada segura e simples

Felipe Oliveira
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Com a chegada do Dia das Mães, costumamos nos lembrar de bons momentos em família, sorrisos, brincadeiras, almoços e também dos conselhos. Até por que, todos nós temos “a melhor mãe do mundo” e, no fim das contas, elas estão sempre preocupadas conosco.

Ao puxarmos as lembranças pela memória, vamos nos lembrar daqueles conselhos que nunca faltaram como: “leva blusa”, “não vá chegar tarde”, “não aceite doce de estranhos”, “cuidado por aí”. Enfim, são muitos e muitos conselhos no dia-a-dia que eu aposto que você também recebeu mais de uma vez – fora aquelas frases que toda mãe diz.

Por isso, nós do AllowMe decidimos aproveitar a chegada desse dia tão especial para fazer o papel da pessoa mais importante de nossas vidas e dar alguns “conselhos de mãe” quando o assunto é a prevenção à fraude. Confira:

Não use senhas fáceis (você não é todo mundo!)

Sim, você não é todo mundo, então não adianta ficar bravo quando alguém disser para não usar senhas fáceis. Até por que, um estudo recente mostrou que a maioria das pessoas ainda usa senhas fáceis, e algumas credenciais como “123456” ainda estão entre as mais utilizadas pelas pessoas.

Utilizar senhas fortes dificulta o trabalho de fraudadores, afinal, a senha é uma das principais proteções para evitar que alguém enviada suas contas on-line.

Não divulgue a chave PIX para estranhos (Eu te avisei, quando chegar em casa a gente conversa)

Pois é, desde a chegada do PIX foram muitos memes, desafios e brincadeiras que faziam as pessoas simplesmente divulgarem suas chaves nas redes sociais. Se você quer fazer isso, tudo bem, mas “não diga que eu não avisei”.

Os recentes vazamentos trazem diversas informações de pessoas como nome completo, número de telefone, CPF, RG, e-mail, fotos, etc. Agora, vamos imaginar que um fraudador já tem em mãos essas informações sobre você e, de repente, acha sua chave PIX. Ao colocar essa chave no app de um banco, ele terá informações relevantes como o número de sua agência e conta.

Com tudo isso à disposição, ele pode simplesmente entrar em contato com você e se passar por seu “novo gerente” do banco, dizer que precisa de algumas confirmações e inventar uma história de que precisa de sua senha para alguma movimentação (ou até mesmo para sua proteção).

Como ele passou todos os dados, muitas pessoas podem se sentir seguras em passar a senha e aí estarão muito próximas de sofrer uma fraude. E é a partir disso que vamos para nosso próximo tópico.

Pediram dinheiro? Faça uma chamada de vídeo (Mamãe está com saudades)

Aposto que alguma vez sua mãe já te ligou em um horário X para dizer que estava com muitas saudades e que te amava (a minha faz isso sempre). Pois lembre-se desse ato e, sempre que alguém entrar em contato a partir de um celular provisório pedindo dinheiro, entre em contato por uma chamada de vídeo.

“Ah, estou com problemas no celular e com muita pressa”. Possivelmente o fraudador vai tentar te enrolar com uma desculpa, mas não caia nessa, insista, ligue e tire a dúvida sobre quem está do outro lado da linha. Afinal, se for um primo que precisa realmente de uma ajuda, não custa nada matar a saudade antes de ajudá-lo, né?

Não saia mostrando o rosto para o celular de estranhos (não aceite doce de estranhos)

Outro ponto importantíssimo é não confiar em qualquer coisa e não aceitar doce de estranhos. O golpe do motoboy vem crescendo cada vez mais e as pessoas caem por simplesmente acreditarem que para receber um brinde precisam tirar uma foto para confirmar que são elas mesmas.

O que elas não sabem é que, ao fazerem isso, estão cedendo sua biometria facial e, como normalmente estão na porta de casa, ainda mostram a geolocalização que elas mesmo passaram para as instituições no momento do cadastro.

Um golpe que dá bastante trabalho para ser identificado, mas que pode ser mitigado caso as plataformas possuam um serviço de biometria facial combinado com a análise do dispositivo.

Desconfie sempre (na volta a gente compra)

Sim, com certeza você já ouviu o famoso “na volta a gente compra”, não desconfiou e caiu no conto da sua mãe. Mas saiba que esse bordão deveria ter servido de aprendizado para que você não sofresse fraudes.

Isso porque DESCONFIAR é fundamental para evitar cair em golpes. Se alguém pedir sua senha, desconfie. Ligaram pedindo um número que chegou por SMS para confirmar uma promoção? Desconfie.

“Deixa eu tirar uma foto para te dar um presente?”: DESCONFIE. A desconfiança vai te manter longe das fraudes e com certeza evitar que os golpistas consigam informações relevantes sobre você e sua jornada no mundo on-line.

Para empresas

Mas não pense que no papel de mãe vamos deixar as empresas de lado, por isso, separamos alguns conselhos que podem ser fundamentais para tornar as jornadas mais seguras e, ao mesmo tempo, não gerar fricção e impactar na experiência do usuário.

Tenha mais camadas de proteção (não esquece de levar a blusa)

Um estudo recente do AllowMe mostrou que 63,76% das tentativas de fraude ocorrem no momento do login, ou seja, quando o usuário coloca seus dados cadastrais para acessar sua conta em um site ou aplicativo, por exemplo.

Isso ocorre porque, normalmente, a maior parte da estrutura de prevenção à fraude está voltada ao fluxo de onboarding, ou seja, durante o processo de cadastro das contas, ou no momento da transação, quando de fato existe a possibilidade de perdas financeiras.

Ou seja, os fraudadores sabem que os fluxos de login podem conter uma estrutura de prevenção com menos camadas e se aproveitam disso para realizar ataques. Portanto, não esqueça de pegar mais blusas e colocar cada vez mais camadas de proteção para mitigar fraudes.

Tenha uma boa plataforma de prevenção à fraude (embaixo do meu teto, quem manda sou eu)

Pois é, quem nunca ouviu um “embaixo do meu teto, quem manda sou eu” não sabe os momentos de perigo que essa frase antecipa. Mas a verdade é que ela deve ser realidade quando o assunto é a prevenção à fraude.

Com os diversos vazamentos, os fraudadores se aproveitam para tentar praticar uma série de golpes. Ao roubar a conta de um usuário, por exemplo, eles tentam se passar por aquela pessoa para conseguir ganhos financeiros e, nesse caso, o prejuízo fica em dobro para a plataforma que, além de ter que arcar com os custos, ainda terá impactado negativamente um cliente que pode não voltar mais a transacionar ali.

Mas com uma análise do dispositivo robusta e transparente, esse tipo de golpe pode ser evitado. Mesmo que o golpista consiga acessar a conta da vítima, uma análise do device vai observar informações como geolocalização, redes de wi-fi utilizadas, quantidade de login realizadas pelo mesmo dispositivo, entre inúmeras outras variáveis, e perceber que aquela se trata de uma interação fraudulenta.

E o melhor, uma plataforma como o AllowMe faz tudo isso em milissegundos, não gerado fricção e não impactando na experiência do usuário.

Quer saber como podemos te ajudar?

Os conselhos de mãe nunca devem ser deixados de lado, afinal, elas nos amam e querem sempre o melhor para cada um de nós. E quando deixamos de seguir algum deles, com certeza vamos lembrar delas depois (quem nunca passou frio por esquecer a blusa que levante a mão).

O AllowMe é uma plataforma que faz uma análise robusta e transparente que, assim como os conselhos das mães, vai te ajudar a tomar a melhor decisão e crescer de forma segura e simples.

Entre em contato com nosso time e descubra como podemos te ajudar! É só preencher este formulário.

Artigo escrito por Felipe Oliveira

Felipe Oliveira é jornalista apaixonado por futebol, mas decidiu levar os esportes apenas como lazer depois trabalhar direto da redação em uma edição de Jogos Olímpicos e uma Copa do Mundo. Formado também em Direito, desde 2019 aceitou o desafio de escrever sobre tecnologia e, em 2021, atuar com marketing no mercado de prevenção à fraude e pagamentos digitais. No tempo livre gosta de assistir a jogos de futebol e matar a saudade da infância com canais de YouTube sobre games antigos.

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