Assim como o digital está cada vez mais presente na vida do brasileiro, a criatividade dos fraudadores segue em alta. Aproveitando-se dos imensos vazamentos de dados, como aquele no qual foram divulgados mais números de CPFs do que brasileiros vivos, eles agora têm usado dados de pessoas mortas para tentativas de fraudes!

Isso mesmo, você não leu errado. Um levantamento realizado pela proScore, um bureau digital de crédito, mostrou que 58 mil tentativas de fraudes utilizando dados de pessoas que já morreram foram realizadas em 2021. No ano passado esse número já tinha sido surpreendente, com 102 mil tentativas.

 

 

 

 

 

E aí bate aquela preocupação: como vou me proteger em um caso como esse? Sim, com dados fixos como número de CPF, RG e endereço um golpista pode, apenas com um dispositivo com acesso à internet, se passar por outra pessoa e não só realizar uma compra, como também realizar aberturas de contas falsas ou até mesmo solicitar um cartão de crédito.

Sim, é uma história bastante assustadora em diversos ângulos. Mas nós já dissemos aqui no blog que existe algo importante que não é possível copiar: o comportamento do usuário.

Em um cenário como o que vivemos atualmente, já sabemos que a mera checagem de dados cadastrais é insuficiente para evitar fraudes. Imagine como seria se as empresas decidissem colocar em uma blocklist os números de CPF vazados!? Talvez 100% dos clientes fossem barrados antes mesmo de finalizar a transação.

Por isso, os melhores negócios precisam ter processos muito bem estruturados para não só prevenir os golpes como também proteger a identidade digital dos bons clientes.

E é isso que explica por que insistimos tanto na questão da análise do dispositivo, já que, por mais que o fraudador tenha nas mãos todos os dados que possibilitem alcançar seu objetivo, uma boa análise do aparelho que está sendo utilizado para a fraude é suficiente para que a transação seja barrada.

Mas como ela consegue identificar uma fraude?

 

 

 

 

 

Um dos pontos mais importantes na análise do dispositivo é que ela vai muito além dos dados cadastrais. Essa análise não vai se limitar a observar os dados fixos, mas todo o cenário daquela navegação, incluindo o comportamento e informações daquele aparelho que está tentando realizar uma fraude.

Os dispositivos que utilizamos dizem tanto sobre nós que podem indicar um risco de fraude antes mesmo de ela acontecer. A análise do dispositivo consegue identificar informações do aparelho, como fabricante, o modelo do smartphone, o sistema operacional, as redes de wi-fi que acessa, a geolocalização, entre muitas outras variáveis.

Isso significa que a análise de dispositivos viabiliza uma análise precisa do comportamento de uma pessoa em um site ou app. E, com esta variável, torna-se possível detectar bons clientes e fraudadores.

Além disso, uma boa plataforma de prevenção à fraude como o AllowMe utiliza o efeito rede como forte aliado para evitar que os golpes sejam evitados. Imagine que um golpista tentou utilizar dados vazados para cometer uma fraude em uma empresa que já possui o AllowMe como parceiro.

Assim que o device for identificado, a tentativa de transação fraudulenta vai ser frustrada, já que já saberíamos que aquele dispositivo está nas mãos de um golpista.

 

 

 

 

 

 

Além disso, o AllowMe conta com toda a expertise de cibersegurança da Tempest, ou seja, além de nossa precisa análise de dispositivos, nossos clientes possuem também contam com uma incomparável inteligência de ameaças (threat intelligence) da maior empresa do setor na América Latina.

Ainda não é cliente AllowMe e quer saber como podemos te ajudar? Nosso time comercial está pronto para te atender! Basta preencher este formulário.

Artigo escrito por Felipe Oliveira
Felipe Oliveira é jornalista apaixonado por futebol, mas decidiu levar os esportes apenas como lazer depois trabalhar direto da redação em uma edição de Jogos Olímpicos e uma Copa do Mundo. Formado também em Direito, desde 2019 aceitou o desafio de escrever sobre tecnologia e, em 2021, atuar com marketing no mercado de prevenção à fraude e pagamentos digitais. No tempo livre gosta de assistir a jogos de futebol e matar a saudade da infância com canais de Youtube sobre games antigos.