Você com certeza já ouviu em algum lugar a expressão “um é pouco, dois é bom e três é demais”, certo? Sempre que o time de futebol perde de goleada ou alguém insiste em algum erro essa expressão vem à tona. Mas no quesito segurança cibernética, ela muda um pouquinho – especialmente quando falamos sobre duas siglas cada vez mais indispensáveis: o 2FA e o MFA.

Os fatores de autenticação (FA) têm se tornado uma importante ferramenta de prevenção a golpes cibernéticos, pois solicitam mais credenciais de um cliente para a realização de ações (como login ou transações financeiras, por exemplo) e, consequentemente, dificultam a vida de um atacante.

Os FAs passaram inclusive a sair com mais frequência em noticiários de grandes veículos de comunicação por serem uma importante arma de prevenção a fraudes como a clonagem do WhatsApp. Além do app de mensagens que pertence ao Facebook, muitos outros serviços fazem uso destas verificações em múltiplas etapas há bastante tempo… mas nem todo mundo sabe a diferença entre 2FA e MFA.

O que é 2FA?

2FA nada mais é do que um duplo fator de autenticação, ou seja, para proteger sua conta, você coloca um passo a mais que vai dificultar que o ataque seja concluído.

Isso está presente em diversos aplicativos, como WhatsApp ou Linkedin, que permite ao usuário habilitar o uso da digital para acessar a conta nos aparelhos móveis.

Para deixar ainda mais claro, o 2FA exige que você apresente duas credenciais, sendo uma delas algo que você sabe (a senha) e a outra algo que você tem, que é seu aparelho celular (quando o segundo fator vem de um código enviado por SMS, por exemplo).

O que é MFA?

Compreendido o 2FA, vamos para o MFA. E para isso vamos voltar para as aulas de geometria do ensino fundamental. Aposto que você se lembra de ouvir o professor ou professora falar: “todo quadrado é retângulo, mas nem todo retângulo é quadrado”. Lembrou?

 

 

 

 

 

Pois bem, a primeira informação sobre 2FA e MFA é exatamente essa. Todo aplicativo que possui 2FA tem um múltiplo fator de autenticação (MFA). Se você pensou nas aulas de conjuntos, pensou bem, já que o 2FA está dentro do conjunto MFA.

É a evolução do ditado: um é pouco (apenas a senha), dois é bom (2FA) e três ou mais (MFA), nesse caso, é excelente. Isso significa que o MFA faz com que o atacante precise dar um passo a mais para invadir sua conta.

No MFA são solicitadas três ou mais credenciais. Além de o acesso exigir algo que você sabe (a senha) e algo que você tem (o aparelho celular), ele ainda pede algo que você é (um reconhecimento facial, por exemplo).

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“Combinando as três fica praticamente imbatível. Quanto mais difícil o processo para conseguir se autenticar, mais provável que o atacante desista. Ele vai dizer: ‘não vou atacar tudo isso se tem coisas mais fáceis de conseguir’”, explica Pamella Prevedel, product owner do AllowMe.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No fim das contas os dois têm o mesmo objetivo: deixar a conta mais segura e a proteger de ataques e acessos não autorizados. Quem vai definir se serão necessários dois ou mais fatores de autenticação é a plataforma, pensando no bem-estar do cliente.

“Quanto mais fatores, mais seguro… porém, tem também a usabilidade do cliente. É ruim para o consumidor ter várias etapas para se autenticar”, explica Pamella.

Mas então, como fazer para ter segurança e agradar os clientes?

É exatamente aqui que entra o AllowMe. Nossa plataforma deixa o ambiente digital de nossos clientes seguro e, ao mesmo tempo, traz comodidade ao usuário, já que ele não precisa ficar fazendo diversos passos para conseguir a autenticação.

Em vez de pedir para o usuário colocar as credenciais toda vez que for acessar a plataforma, o AllowMe analisa os dados, verificando o dispositivo, a geolocalização, o IP, a rede WI-FI utilizada, entre outros, e, após casar as informações, libera ou não o acesso, lançando um desafio de MFA. A ideia é manter o ambiente o mais seguro possível e, de quebra, melhorar a experiência do usuário.

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