Você deve conhecer a história do Patinho Feio, certo? Bom, para quem não se lembra, esse conto do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen conta a história de um pequeno pato que era diferente de todos os seus irmãos e era rejeitado por sua aparência.

Contudo, quando nosso protagonista cresce ele se torna um belo cisne e todos querem ser seus amigos. Aí você pode se perguntar: mas o que isso tem a ver com a prevenção à fraude?

Até algum tempo atrás, o setor de prevenção à fraude era visto como uma área que era “ofensora de conversão” e só trazia problemas. Alguns até pensavam que a área atuava apenas para barrar possíveis compradores e que poderia gerar prejuízo à instituição. Mas o tempo mostrou que essa análise não estava correta.

 

 

 

 

 

Muitos podem pensar inicialmente que a prevenção à fraude vai atrapalhar vendas e acabar barrando consumidores de efetuarem suas compras e utilizarem apps e serviços digitais, como contas digitais. Mas é bom que se diga que ela não está ali (apenas) para isso, mas sim para garantir um equilíbrio entre maior conversão e mais faturamento.

“Cada vez mais o papel da prevenção à fraude deixa de ser só evitar a fraude, temos que participar também da aprovação. E como ela participa? Colocando processos seguros, camadas de segurança que não impactem a experiência do cliente e tragam retorno financeiro, retorno de novos clientes para dentro das companhias”, afirmou Gisele Marquesim, Fraud Prevention Manager do KaBuM!, durante a AllowMe Session “Fim do ‘antivenda’: como a prevenção à fraude gera lucro e valor às empresas?”

Ou seja, antes com fama de barrar vendas, a prevenção à fraude hoje também é responsável pela conversão, principalmente com o número cada vez maior de devices nas mãos dos consumidores.

Prevenção à fraude impulsiona área de negócios

Com o avanço das tecnologias usadas pelas plataformas de prevenção a fraude, a área passou a ser importante aliada para aumentar a conversão, e não barrar, como antigamente se acreditava. Atualmente existem algumas formas de se alinhar a prevenção à fraude com a boa experiência do usuário, com análises mais rápidas e precisas, que ajudam na tomada das decisões.

Assim, mais do que simplesmente identificar as possíveis fraudes, o avanço da tecnologia nas plataformas traz o benefício de identificar e positivar bons clientes – e essa é uma das formas de atuar positivamente na conversão.

Além disso, quando o processo de cadastro traz uma boa experiência ao usuário, seja com poucas fricções, com utilização de biometria e/ou uma adequada estratégia de prevenção, o índice de desistência é menor, gerando uma maior aprovação no onboarding – e, consequentemente, reduzindo o custo de aquisição de cliente.

Chargeback não é sinônimo perfeito de fraude

E mesmo quando o assunto é chargeback, a prevenção à fraude pode ser utilizada para melhorar a conversão. “Olhando para chargebacks e notificações, é possível perceber se há um processo de experiência do usuário que esteja gerando problemas para o cliente. Parte dessas notificações podem ser transacionais, com eventuais problemas na experiência para resolver com atendimento ou com o pós-venda. Então entender a origem do chargeback pode trazer benefício para a gente melhorar o fluxo de experiência do bom cliente”, exemplifica Gisele Marquesim.

“Mais do que pegar as ferramentas e identificar a fraude, é trazer o benefício de positivar o cliente. A gente consegue através dessas métricas positivar o cliente de uma forma segura, trazendo esse retorno para companhia”, completou João Ricardo Cardoso, Fraud Prevention Specialist da Porto Seguro.

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Análise do dispositivo é importante

Sim, ela mesma! A análise do dispositivo se tornou fundamental quando o assunto é a prevenção à fraude. Com os recentes vazamentos e a criatividade de fraudadores, os dispositivos têm um papel imprescindível para que chargebacks, invasão de contas e outros tipos de golpe sejam evitados.

Em um cenário com milhões de vazamentos, a área de prevenção à fraude se tornou ainda mais importante. Um vazamento recente expôs mais CPFs do que o número de brasileiros vivos, ou seja, os dados de quase todo mundo estão nas mãos dos golpistas. Já pensou o que ocorreria com a instituição que decidisse barras as transações de todos os CPFs vazados?

 

 

 

 

Com uma análise do dispositivo é possível verificar informações como geolocalização, redes de wi-fi acessadas, fabricante e modelo do aparelho, além de inúmeras outras variáveis que diferenciem dispositivos de clientes legítimos daqueles utilizados para fins obscuros. Ou seja, mesmo que os golpistas possuam todas as informações cadastrais, a fraude será identificada por meio da análise do contexto.

“Quando a gente começou a apostar no comportamento do usuário e no fingerprint, a gente começou a ser muito mais preciso em identificar a fraude. O dispositivo consegue trazer uma riqueza de detalhes para análise de prevenção que antes a gente não tinha. Quando a gente consegue usar isso ao nosso favor, conseguimos ser muito mais efetivos”, explicou Wagner Eloia, Fraud Prevention Coordinator da ViaVarejo durante a AllowMe Sessions.

Como analisar o comportamento?

O AllowMe é uma ferramenta de prevenção a fraudes e de gerenciamento de identidade digitais. Conseguimos analisar todo o padrão de comportamento dos usuários e assim impedir que fraudes ocorram antes mesmo de o golpista conseguir acessar a conta da vítima.

Além disso, também podemos implementar o Múltiplo Fator de Autenticação (MFA), capaz de trazer mais segurança durante cadastros, acessos e transações. Esses recursos fazem do AllowMe uma excelente solução.

Se você ainda não é cliente AllowMe, nosso time comercial está pronto para te atender. Entre em contato conosco agora mesmo, é só preencher este formulário!