Você já deve ter visto alguém fazer um comentário “esquisito” em grupos do Facebook e verificou que aquele perfil era, no mínimo, diferente dos comuns. Pois é, a rede social do Mark Zuckerberg parece estar de olho nessas contas fakes criadas por algumas pessoas.

Em uma postagem em seu blog oficial, o Facebook afirmou que deletou 1,3 bilhão de contas falsas apenas entre os meses de outubro e dezembro de 2020, um número equivalente a quase metade dos 2,8 bilhões de usuários ativos registrados pela plataforma no final do ano passado.

Mas não para por aí. Um levantamento da newsletter britânica Chartr, especializada em temas como negócios, tecnologia e política mostra que o Facebook deletou cerca de 16 bilhões de contas falsas desde o início de 2018, ou seja, mais que o dobro da população mundial, estimada em 7,79 bilhões de pessoas pela ONU em 2020.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Segundo o Facebook, a retirada dessas contas faz parte de uma ação que tem como objetivo lutar contra desinformação na plataforma. “O combate à desinformação requer, na verdade, o enfrentamento de vários desafios, incluindo contas falsas, comportamento enganoso e conteúdo enganoso e prejudicial”, diz o comunicado da rede social.

Para conseguir verificar essas contas falsas e removê-las da plataforma, o Facebook conta hoje com cerca de 35 mil pessoas analisando comportamentos e usando inteligência artificial para ajudar a detectar fraudes e aplicar as políticas da rede social contra contas inautênticas.

Mas a ação não para na remoção de contas falsas. Todo mundo sabe que as fake news se espalham em grande velocidade nas redes sociais. E em tempos de pandemia, a desinformação é ainda mais prejudicial, podendo até levar uma pessoa a perder a vida. O sistema da plataforma já removeu mais de 12 milhões de conteúdos falsos sobre a covid-19.

 

 

 

 

 

 

Por isso, o Facebook criou uma rede global de mais de 80 verificadores de fatos independentes, que revisam o conteúdo em mais de 60 idiomas. Quando algo é classificado como falso, a rede social reduz sua distribuição para que menos pessoas vejam o conteúdo e adiciona a ele um rótulo de aviso, trazendo mais informações para quem vê a postagem. “Sabemos que quando uma tela de aviso é colocada em uma postagem, 95% das vezes as pessoas não clicam para visualizá-la”, diz o Facebook.

Dá para prevenir a criação de contas falsas?

Essa é a pergunta do milhão. E a resposta você já acompanhou algumas vezes aqui no blog: dá sim! O próprio Facebook afirmou em sua postagem que faz uma análise do comportamento para excluir os perfis falsos de sua plataforma.

 

 

 

 

 

E é aqui que o AllowMe entra em ação. Somos capazes de fazer uma validação contextual por meio da análise do dispositivo que identifica o comportamento do usuário, o que praticamente anula as chances de uma conta falsa ser criada e até mesmo realizar uma transação.

Ajudamos empresas como bancos e carteiras digitais, meios de pagamento, fintechs, plataformas de investimentos e diversos serviços on-line a melhorar a experiência de uso de seus clientes – incluindo no momento de abertura de conta.

O foco da nossa análise é o aparelho utilizado pelo usuário – afinal, o dispositivo contém informações preciosas, sejam elas relacionadas a geolocalização, configurações do aparelho (inclusive se está comprometido), histórico de uso, redes de wi-fi utilizadas, entre outras.

Se você ainda não é cliente AllowMe, nosso time comercial está pronto para te atender. Entre em contato conosco agora mesmo, é só preencher este formulário!

Quer saber mais sobre prevenção de abertura de contas falsas?

No fim de 2020, realizamos um webinar muito interessante com experts do mercado sobre o processo de proteção de identidades digitais e de prevenção à fraude na abertura de contas e cadastros. A conversa, mediada pela nossa diretora de revenue, Lívia Soares, contou ainda com as participações de especialistas das Autopass, banQi, C6 Bank e Reclame Aqui. Confira!

 

 

Artigo escrito por Felipe Oliveira
Felipe Oliveira é jornalista apaixonado por futebol, mas decidiu levar os esportes apenas como lazer depois trabalhar direto da redação em uma edição de Jogos Olímpicos e uma Copa do Mundo. Formado também em Direito, desde 2019 aceitou o desafio de escrever sobre tecnologia e, em 2021, atuar com marketing no mercado de prevenção à fraude e pagamentos digitais. No tempo livre gosta de assistir a jogos de futebol e matar a saudade da infância com canais de Youtube sobre games antigos.